Revista cita Serra em esquema do Cruzeiro do Sul
Relatório final do BC mostra fraudes e grampos de um banco que adorava ajudar políticos
ISTOÉ - Claudio Dantas Sequeira e Josie Jeronimo
BENEFICIÁRIOS
O banco fraudulento doou R$ 4 milhões para o PSDB e à campanha de Serra, em 2010,
cujo vice era o deputado Indio da Costa (à dir.), primo do presidente do Cruzeiro do Sul
Em 2006, os Indio da Costa injetaram oficialmente R$ 500 mil nas campanhas do DEM (então PFL), do PSDB e do PPS. O montante de R$ 100 mil ajudou na eleição para deputado federal de Pedro Indio da Costa, primo do banqueiro. Em 2010, quando o esquema de fraudes estava no auge, o banco derramou uma quantia dez vezes maior para a oposição. José Serra, candidato presidencial, chamou Indio da Costa para ser o vice na chapa. A articulação não agradou a todos, mas garantiu doações milionárias à campanha. Mesmo sendo um banco médio, o montante do Cruzeiro do Sul foi equivalente ao doado por gigantes do setor, como Itaú e Bradesco.
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