domingo, 15 de junho de 2008

REVISTAS SEMANAIS






A"Veja" desta semana traz na capa o novo bilionário brasileiro: Eike Batista, a cara do novo capitalismo brasileiro. Ele se consagra na bolsa e fatura US$ 20 bilhões. A revista "IstoÉ" mostra que a crise do petróleo vai mudar a vida no mundo: com o preço do barril disparando a caminho de US$ 200 o mundo entra na terceira crise do petróleo. Mas o Brasil vive uma situação favorável graças à descoberta de novos campos e à produção de biodisel e etanol. A revista Carta Capital" faz aniversário e Mino Carta conta uma história de 500 edições da revista. Confira ainda artigos especiais que celebram esta data especial.

AS CIDADES SE TORNARÃO INVIÁVEIS


As grandes URBES brasileiras, assim como as de outros países, enfrentam um sério perigo de se inviabilizarem se o modelo de transporte baseado no automóvel continuar prosperando.

POBRE RN

Pobre RN, nessa semana viveu cenas de corrupção,o desvio de 36 milhões por uma quadrilha descoberta pela Polícia Federal,mostra um crime com efeitos devastadores para a saúde do nosso estado.Já imaginou se esses mais de 36 milhões fossem investidos em UTI e outras áreas importantes da saúde pública? O que ficará disso tudo?

quarta-feira, 11 de junho de 2008

MANCHETE DE JORNAIS DE HOJE

Tribuna do Norte
PIB cresce 5, 8% e bate record de doze anos no primeiro trimestre

Folha de S.Paulo
PIB cresce 5,8%, mas indica desaceleração

O Estado de S.Paulo
PIB mostra alta nos gastos de governo e freada no consumo

Jornal do Brasil
Milícia faz chantagem em Botafogo

O Globo
TSE permite candidatos com ficha suja em 2008

Gazeta Mercantil
Fundo francês Axxon compra gaúcha Guerra

Valor Econômico
Oferta da Vale abre espaço para captação de US$ 80 bi

Correio Braziliense
O espetáculo da gastança

Estado de Minas
Lá vai o Brasil subindo a ladeira

Zero Hora
Tribunal de Contas do Estado investiga o próprio presidente

Folha de Pernambuco
Vale a taça!

Jornal do Commercio
Ferve, caldeirão!

Diário de Pernambuco
Basta um 2x0

terça-feira, 10 de junho de 2008

QUEM FOI MASSILON?


Hoje, passados mais de oitenta anos da invasão de Mossoró pelo bando de Lampião, ainda não foi devidamente escrita a história de dois personagens secundários que participaram direta e ativamente do episódio: refiro-me a Isaías Arruda e Massilon.

Tem outros, que o tempo se encarrega, lentamente, de jogar no esquecimento. Não, entretanto, com a dimensão do ex-Chefe Político do Cariri, Delegado e Prefeito de Missão Velha, e o ex-cangaceiro cuja família deitou raízes sólidas no chão sertanejo da aba da Serra de Luís Gomes, no Sítio Japão.

Isaías é uma figura maior, historicamente falando. Pertence ao ciclo áureo dos barões feudais nordestinos que usavam o título de Coronel. Sua vida, os episódios por ele vividos no Cariri, tudo quanto acontecido nas primeiras décadas do século XX nesse Sertão dos coronéis, do cangaço, do misticismo, está sendo contado muito devagar, no mesmo ritmo dos seus mistérios e segredos, aguardando o somatório dos talentos passados, presentes e futuros de homens contadores de estórias e histórias, repentistas, cordelistas, declamadores, ratos-de-biblioteca, fuçadores de papel, escrevinhadores agalardoados ou não, enfim, dessa imensa fauna que constrói, aos poucos, e sempre, o espírito de uma época.

Massilon, por sua vez, historicamente é uma figura menor. Até por que sua vida no cangaço foi muito curta. Um nonada. Algo da qual ele se afastou logo, queixando-se da sorte, indo em busca dos “eldorados” do Norte.

Foi, pois tinha encontro marcado com a morte. Tivesse ficado, sendo filho de sua época e avesso, por fim, ao cangaço que abraçara cavalgando as circunstâncias, teria, talvez, morrido cedo e da mesma forma, violentamente: era de praxe acontecer com tantos e tantos por aqueles dias.

Mesmo assim deixou sua marca. Gravou seu nome na nossa história de forma definitiva. Não há como se falar em Lampião, Mossoró, 1927, sem que seu nome seja trazido à baila. Sempre é, aliás, embora não com a devida importância.

Importância esta que aparece tão logo alguém se faz a seguinte pergunta: teria havido Mossoró sem Massilon? Pois que Massilon foi muito mais do que lhe pintam a figura e os atos, eu dou fé. E afirmo que ele é maior que os registros existentes, hoje, de suas andanças e feitos. Isso por que ele é um símbolo de como as coisas aconteciam no feudalismo sertanejo.

Ele é o símbolo do feudalismo sertanejo. Naquilo que de melhor e pior tal feudalismo pudesse ter. E tinha muita coisa ruim. Entender Massilon, saber quem ele foi, por que foi, como foi, quando e onde foi, é dar um passo grande na caminhada que é fazer história.

Caminhada que por maior que seja, tem sempre que começar com o primeiro passo. E é necessário dar esse passo, e outros tantos, para conhecer a folhada do nosso presente através das raízes do passado.

Basta, pra entender esse raciocínio, analisar todo esse rico material a partir de uma perspectiva somente: o fio-condutor que é a existência do Poder e seus desdobramentos ontem e hoje: como era? Quem o exercia? Hoje, como é? O que mudou?

Massilon é uma figura emblemática, simbólica.

Peça no jogo de xadrez do Poder da década de 20. Não houve nem há Sertão sem pessoas como ele. Não há Nordeste sem Sertão. Não há Brasil sem Nordeste. Ele, enquanto cangaceiro ou jagunço, Padre Cícero, o Coronel Isaías Arruda, todos são uma das faces de nós, os sertanejos do Nordeste do Brasil.

Honório de Medeiros é advogado, professor e ex-secretário de Recursos Humanos do Natal e do estado

Foto do blog :carlos.blog

A presunção de inocência e a negativa de registro de candidatura

por Andrei Lapa de Barros CorreiaProcurador Federal

Vários tribunais eleitorais têm anunciado que rejeitarão - ou tentarão perpetrar esse absurdo - registros de candidaturas de cidadãos processados judicialmente. Um ministro do supremo tribunal federal opinou favoravelmente à prática, ainda que seja certa a chegada da questão ao tribunal guardião da constituição.

Essa tendência responde às demandas massificadas por maiores filtros de honestidade dos agentes políticos propriamente ditos, ou seja, daqueles que se submetem às eleições populares. Mas, tanto a tentativa do judiciário de responder a tal demanda, quanto a pressão desordenada da opinião pública refletem o baixo nível de atuação e de compreensão da dinâmica democrática no Brasil.

A eleição de representantes ímprobos, criminosos ou levianos é juridicamente impossível. Por outro lado, o afastamento do representante cuja improbidade, atuação criminosa ou politicamente inadequada deu-se durante o mandato encontra previsão legal.

As dificuldades dos processos, sejam judiciais, administrativos ou políticos, não são antecedentes legítimos para negar-se vigência à constituição, nem para se pretenderem atuações sumárias que se assemelham a linchamentos.

Há mecanismos para se apurarem infrações e para se formar a culpa. Não há, contudo, como se escapar da selvageria se todos puderem ser considerados culpados antes de uma decisão transitada em julgado.

A garantia

A garantia da presunção de inocência pressupõe o Estado e seu monopólio da pretensão punitiva. Com efeito, não se encontra razoabilidade alguma em pensar tal direito em um ambiente de justiça privada sem entidades conceitualmente acima de todos de uma coletividade.

Daí que a garantia e o ente estatal são reciprocamente referentes, na medida em que um não se aborda sem referência ao outro. A existência de um ente monopolista da violência - o Estado - demandou que se previssem freios formais e materiais ao exercício do poder.

Por outro lado, a presunção de inocência opera seus efeitos diretamente contra o Estado, obrigando-o a seguir regras pré-estabelecidas para se apurar a violação de alguma regra e se aplicar a violência estatal cabível, a penalidade.

A garantia de que ora se trata parece sustentar toda a estrutura processual prevista na constituição brasileira vigente. Resulta que devido processo legal e ampla defesa com os meios a ela inerentes são corolários da presunção de inocência. O processo judicial como atualmente compreendido não teria sentido algum se não se balizasse pela presunção de inocência.

Se a culpa pode ser afirmada sem que se trilhem os caminhos pré-estabelecidos, chega-se a uma situação limite de inutilidade do processo e, por via de conseqüência, daqueles que o conduzem. Visto sob tal prisma, a conduta anunciada por tribunais eleitorais é auto-destrutiva, porque se o processo é desprezível como veículo condutor à certeza jurídica, o judiciário também o é.

Pode-se objetar que a referida presunção é mitigada e, até mesmo, invertida em muitos casos. Todavia, as relativizações e inversões nunca representam limites a duas liberdades fundamentais: a liberdade de ir e vir e a liberdade política.

O sistema não admite a privação de liberdade física, nem a privação de participação no processo democrático sem que se provem e se julguem as infrações que podem acarretá-las. São as duas liberdades consideradas mais importantes e que demandam eficácia plena da ampla defesa e do respeito a todas as regras processuais.

É possível observar-se um nítido afastamento da presunção de inocência em casos de responsabilização civil objetiva, ou sem culpa. Tais casos não levarão à supressão sumária e sem defesa de valores fundamentais, apenas à reparação de danos de ordem civil.

Portanto, não se poderá afirmar que as exceções, afastamentos e mitigações específicas e sistematicamente coerentes sejam suporte teórico para defender-se o desprezo à presunção de inocência em matéria de exercício de direitos políticos.

Um sistema em que o acesso aos cargos políticos executivos e legislativos faz-se por meio de eleições deve ser extremamente cuidadoso com as previsões de inacessibilidade à disputa. Isso, porque não se trata de uma disputa qualquer, mas de pretender ser escolhido pelo detentor do poder soberano, ou seja, o povo.

As restrições devem ser mínimas e legítimas para que se não tornem antidemocráticas e, no limite, inconstitucionais. Não é constitucional, nem legítima, a tentativa de vedar o acesso à disputa eleitoral àqueles processados judicialmente sem decisão definitiva.

Quanto à inconstitucionalidade - evidente e frontal - não parece preocupar os defensores do arbítrio em gestação. Sempre haverá margens para confusões interpretativas e sempre se recorrerá ao argumento de que se confrontam princípios, muito embora, nesses casos, um dos princípios do suposto confronto nunca se aponte.

Democracia formal e material

É possível falar-se em democracia sob os aspectos formal e material, mas não é viável pretender que um dependa do sacrifício do outro. Tampouco mostra-se defensável afirmar a dependência necessária entre a democracia formal e material, de forma a que na falta de um aspecto fosse impossível cogitar-se do todo.

Assumirei que democracia material implica liberdade real de escolha, o que demanda ausência de miserabilidade, educação dos eleitores e informação clara e não manipulada sobre o processo político e sobre os postulantes. A conjunção desses elementos constituiria um ambiente de possibilidade de escolha incondicionada.

Observando-se por outro ângulo, direi que a democracia sob o aspecto formal revela-se na previsão de eleições, de sua periodicidade, dos critérios quantitativos de sufrágios para se aceder aos cargos, nas condições para se apresentarem candidatura, nas regras para o perdimento dos cargos.

A tentativa de supressão da presunção de inocência, para se negar registro de candidatura, é agressão a regra formal da democracia em defesa de outra regra formal. Mostra-se, além de juridicamente absurda - por inconstitucional - logicamente inconsistente.

Convém deixar claro que impedir o cidadão processado ou mesmo condenado de disputar eleições não é vedação em defesa da democracia material. Esta não deixa de existir pela escolha popular de um delinqüente, senão pela supressão da possibilidade de escolha lúcida.

Então, constata-se que as limitações à apresentação de candidaturas destinam-se a garantir o regime sob seu aspecto formal, na medida em que estabelecem regras atinentes ao modo de se operar a democracia, não ao seu modo de existir.

Conclusões

As conclusões a que se chegam são terríveis e indicam o nível bastante elementar de educação e de civismo em que se encontra o Brasil.

Aquilo a que se chama opinião pública consagra a idéia de que há delinqüentes em demasia nos cargos eletivos. Para se apurarem condutas delitivas, o Estado brasileiro dispõe de estruturas investigadoras, acusadoras e julgadoras, mas a falta de sensatez dominante prefere o linchamento com verniz jurídico.

Propõe-se, com enorme singeleza, afastar-se uma garantia constitucional fundamental de todo e qualquer cidadão, oponível às tendências de arbítrio do Estado, a bem de se evitar que criminosos sejam candidatos. Sucede que criminosos existem apenas depois de sentença judicial irrecorrível! Não será a falta de tais sentenças o problema?

A infração proposta não se dirige a dispositivo menor da constituição ou a norma apenas formalmente constitucional. Dirige-se a uma garantia que consiste em cláusula pétrea. Mais que isso, é escandaloso verificar que a medida é proposta por tribunais, talvez no afã de se mostrarem simpáticos aos anseios populares.

Contudo, tribunais não devem buscar apoio popular no sentido de responder a demandas nitidamente políticas e que refletem as percepções ambíguas de indignação da população. Podem buscar reconhecimento popular quanto a estarem cumprindo eficientemente sua função de julgar segundo o direito posto.

O problema real da democracia brasileira encontra-se na elevadíssima ignorância e pobreza das populações e no manejo oportunista e enviesado das notícias. Atacá-los é, porém, uma tarefa para deuses e titãs e pode revelar-se, ademais, indesejada.

Daí pode-se ver a proposta de relativização da garantia constitucional da presunção de inocência, para negar-se registro de candidatura a processados, como uma cortina-de-fumaça.

Com efeito, o disfarce, o factóide, o discursar casuisticamente para agradar um público, o justificar-se ao argumento da fazer o que pretende o povo é muito mais que a instalação da ditadura do judiciário, como disseram alguns. É uma característica do exercício do poder no Brasil, que não recua diante de infração absurda ao texto constitucional - infração direta, diga-se - caso a oportunidade mostre-se boa para a auto-propaganda.

Segredo contra hipertensão pode ser manter a cuca fresca

Leio no G1, matéria interessante sobre pesquisa feita com cinco mil pessoas desde 1985, revelando:os que eram mais estressados foram os que desenvoveram hipertensão.

Confira:

. Hipertensão e stress? O segredo pode estar em se manter a cuca fresca. Alguns fatores que determinam se um indivíduo será ou não hipertenso, já são conhecidos: sexo, idade, raça, obesidade e sedentarismo são bons exemplos. Mas será que existe um fator que possa predizer o aparecimento da doença desde a juventude, independente dos já citados?
. Na busca desse marcador uma equipe de pesquisadores da Universidade de Pittsburgh vem acompanhando desde 1985 um grupo de mais de cinco mil pessoas. Em 1987, três quartos dos participantes apresentavam níveis normais de pressão arterial, tinham entre 18 e 30 anos de idade e foram submetidos a testes que avaliavam as alterações da pressão arterial quando submetidos a stress.
. Os resultados foram registrados e arquivados. Treze anos após, do grupo estudado mais de trezentos participantes haviam desenvolvido hipertensão.
. Os participantes que haviam apresentado maiores variações da pressão arterial ao stress, estavam entre os que desenvolveram hipertensão mais tarde.
. A influência do stress no aparecimento e manutenção da hipertensão arterial já é reconhecida pelos médicos e as práticas redutoras de stress ajudam efetivamente no tratamento da pressão alta. O que está se propondo é que talvez uma resposta hipertensiva precoce ao stress seja um preditor do seu aparecimento no decorrer da vida.
. De uma forma ou de outra, procurar manter um estilo de vida mais calmo diante das dificuldades do dia a dia pode ajudar a prevenir o surgimento da pressão alta.

MANCHETES DE JORNAIS DE HOJE

Tribuna do Norte
Chuvas fecham a BR-304 e destroem obras e prédios

Jornal do Brasil
Cabral: milícia e tráfico dominam parte do Rio

Folha de São Paulo
Gasto militar no mundo cresce 45% em dez anos

O Estado de São Paulo
Reaberta investigação sobre compra da Varig

O Globo
Contrato de gaveta revela acordo para enganar Anac

Gazeta Mercantil
Produção de adubo cai, apesar de taxa sobre os importados

Correio Brasiliense
O país da mesa farta e cara

Valor
Nova barreira comercial da UE vai atingir o etanol

Estado de Minas
Padres fora da eleição

Folha de Pernambuco
Ingressos esgotados

Jornal do Commercio
Lotação esgotada

Diário de Pernambuco
Ingressos esgotados

sexta-feira, 6 de junho de 2008

BOM DIA, MÁRIO QUINTANA

A canção da vida


A vida é louca
a vida é uma sarabanda
é um corrupio...
A vida múltipla dá-se as mãos como um bando
de raparigas em flor
e está cantando
em torno a ti:
Como eu sou bela
amor!
Entra em mim, como em uma tela
de Renoir
enquanto é primavera,
enquanto o mundo
não poluir
o azul do ar!
Não vás ficar não vás ficar
aí...
como um salso chorando
na beira do rio...
(Como a vida é bela! como a vida é louca!)

Sargento Gay é presso


Do G1

O sargento Laci Marinho de Araújo, preso na madrugada de quarta-feira pelo crime militar de deserção, é transferido de um hospital do Exército, no Centro de São Paulo, para Brasília na manhã desta quinta-feira, segundo informações do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe).

De acordo com o advogado Francisco Lúcio França, o militar, que assumiu publicamente sua homossexualidade em entrevista à revista Época, pode ser encaminhado a uma carceragem em Brasília. O sargento De Araújo era acompanhado no hospital por seu companheiro, o sargento Fernando de Alcântara de Figueiredo.

"Eles me telefonaram desesperados. Foram obrigados a entrar num helicóptero que foi para a Base Aérea Militar de Cumbica. Estão sendo enviados para Brasília", relatou o advogado ao G1 por volta das 11h. Neste horário, o Condepe informou que os militares estavam na Base Aérea Militar de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, e embarcariam em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para a capital federal. O Comando do Exército não comentou a informação.

O Condepe quer que o senador Eduardo Suplicy (PT) receba os sargentos em Brasília e acompanhe o caso. De acordo com o parecer do psiquiatra Paulo César Sampaio, do Condepe e do Conselho Regional de Medicina, o sargento De Araújo não teria condições de ser transferido tampouco de permanecer detido em carceragem. Já os médicos do Exército o consideraram apto.

"Ele está com problemas de esclerose múltipla, psicose orgânica e disfunção de labirinto. O seu estado emocional é bastante abalado. Ele chora bastante", relatou o advogado do Condepe em visita ao militar na tarde de quarta-feira. O sargento afirmou ter apresentado documentos que comprovariam que ele toma remédios.

O Condepe quer que o ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, interceda pelo sargento junto ao ministro da Defesa, Nelson Jobim.

MANCHETES DE JORNAIS DE HOJE

Tribuna do Norte
Refinaria "premium" não será construida no RN, diz petrobras
Jornal de Fato
Petrobras vai investirUS$ 66 mi em refinaria
Jornal do Brasil
Brasileiro é predador do meio ambiente

Folha de Pernambuco
Pai estupra e engravida a filha

Jornal do Commercio
Interditado – sobrou para o Náutico

Diário de Pernambuco
Confiança total

Folha de S.Paulo
Reunião da ONU sobre a fome acaba em fracasso

O Estado de S.Paulo
Dilma impediu contestação da Infraero no caso Varig

O Globo
Documentos comprovam que venda da Varig atropelou Anac

Gazeta Mercantil
Mesmo com preço em queda, usinas exportam mais etanol

Correio Braziliense
Força-tarefa contra máfia dos caixões

Estado de Minas
Onde a cesta básica é mais barata em BH

Zero Hora
Aliados de Yeda exigem saída do secretário de governo

terça-feira, 3 de junho de 2008

[Grade Curricular] Lei torna obrigatório sociologia e filosofia no ensino médio

As disciplinas de filosofia e sociologia farão parte da grade curricular das escolas de ensino médio particulares e públicas. O presidente em exercício, José Alencar, sancionou nesta segunda-feira (2) o projeto de lei que torna obrigatório o ensino das duas matérias nos três anos do ensino médio.

A lei prevê obrigatoriedade imediata das disciplinas. Mas de acordo com assessoria do Ministério da Educação, até o momento não existe prazo para as secretarias estaduais, responsáveis pela grade curricular do ensino médio, se adequarem nem estimativa de impacto financeiro ou de contratação de professores.

Em 1971, as disciplinas de filosofia e de sociologia deixaram de ser lecionadas nas salas das escolas de ensino médio por determinação da ditadura militar. Em 2001, o Congresso Nacional aprovou a inclusão das duas matérias, mas o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso vetou, segundo lembrou o presidente em exercício José Alencar.

“Precisamos [dessas duas matérias] para nos facilitar o exercício e o direito à cidadania", defendeu José Alencar.

Já o ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que "essa lei recupera o direito fundamental de aprender no sentido amplo da palavra, no sentido de se apropriar ao mesmo tempo que se coloca crítica frente ao que se aprendeu”.

Desde 2006, o Conselho Nacional de Educação (CNE) tem resolução que torna obrigatório a filosofia e a sociologia nas escolas de ensino médio. As redes estaduais tiveram um ano para se adaptar. O parecer não determinava a implantação nas três séries do ensino médio, como prevê a nova lei.

De acordo com o ministro Haddad, alguns conselhos estaduais não entenderam a medida como urgente e foi preciso uma lei para garantir a inclusão. A assessoria do ministério informou que não há levantamento sobre a quantidade de estados que já cumprem a resolução.

Aprovada no último dia 8 pelo Senado, a nova lei altera o artigo 36 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 20 de dezembro de 1996.

Agência Brasil

Manchetes de jornais de hoje

Tribuna do Norte
Seminário cobra pressa em projetos de infra-estrutura

Gazeta do Oeste
Polícia desarticula mais uma quadrilha

Jornal de Fato
PM é assassinado com tiro na cabeça no Inocoop

O mossoroense
Policial é assassinado durante assalto com reféns

Folha de Pernambuco
STJD fará denúncia. Náutico se defende

Jornal do Commercio
Crianças envenenadas em festa infantil

Diário de Pernambuco
Concursos - 11.453 vagas até o fim do ano

Jornal do Brasil
Jornalistas fazem ato contra a violência no Rio

Folha de São Paulo
Amazônia perde área equivalente a seis cidades de São Paulo

O Estado de São Paulo

Projeto iguala aposentadoria do servidor com a do INSS

O Globo
Milícia ainda controla favela após torturar jornalistas

Correio Brasiliense
Sem ônibus nas ruas brazilienses vivem dia de caos

Gazeta Mercantil
Governo já duvida de aprovação da CSS

Valor Econômico
Indústria mantém ritmo intenso 2º trimestre

O Dia
Regras para empréstimos consignados mudam hoje

Zero Hora
Ban- Ki – Moon pede que Lula evite politização dos bio combustíveis

[Educação] 73% dos professores de escola pública não sabem o básico


Poucos fatores influenciam tanto o desempenho de um aluno em sala de aula quanto o nível de seu professor. Por essa razão, é especialmente preocupante o que mostra um levantamento recente feito com base no desempenho de 260 000 professores em concursos públicos de quatro das maiores redes de ensino do país – Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo: 73% deles foram reprovados em testes básicos das áreas em que pretendiam lecionar, entre elas matemática, português e física. Quase todos já dão aula em escolas públicas ou particulares. Boa parte dos 27% restantes, esses aprovados, passou raspando. O resultado não é exatamente uma surpresa. Há pelo menos três décadas o padrão dos candidatos vem caindo e não é raro que nem todas as vagas sejam preenchidas no fim de um concurso desse tipo, como acontece mais uma vez agora. O que chama atenção no caso atual é o número recorde de notas vermelhas. O pior exemplo vem de Pernambuco. No exame para recrutar professores de matemática, apenas 0,8% dos candidatos conseguiu responder a questões elementares de geometria e álgebra – 34 dos 4 352 candidatos que se inscreveram. Essa e as demais provas foram submetidas por VEJA a especialistas, que chegaram a uma conclusão nada otimista. Resume o professor de matemática João Meyer, da Universidade Estadual de Campinas: "Quem não passa numa prova dessas não sabe o mínimo necessário para entrar na sala de aula". Mas a maioria entra.

Leia matéria completa na veja



segunda-feira, 2 de junho de 2008

PARA PENSAR

"Temos um quase especialista em política. Para ele ser um especialista perfeito, precisaria passar três ou quatro anos na cadeia."

Mark Twain, escritor norte-americano

Palavras do maior estadista da história

"... No me despido de ustedes. Deseo solo combatir como un soldado de las ideas. Seguiré escribiendo bajo el título "Reflexiones del compañero Fidel" Será un arma más del arsenal con la cual se podrá contar. Tal vez mi voz se escuche. Seré cuidadoso. Gracias"

Fidel Castro Ruz, 18 de febrero de 2008

Mino Carta: “Falta peito, falta coragem” [ao Lula].

Revista do Brasil: Há quem diga que se Lula não tivesse cumprido os compromissos assumidos na Carta aos Brasileiros teria caído.
Mino Carta: Eu duvido. Quem dá o golpe se o povo elegeu e reelegeu esse cara da forma como o elegeu e, sobretudo, como o reelegeu? A mídia compactamente contra ele, todo dia soltando informações sobre corrupção, envolvimentos terríveis com o que há de pior etc. etc., e assim mesmo ele foi reeleito. Quer dizer, a estratégia da minoria branca, que normalmente dá certo, desta vez falhou. Não acho que havia condições para nenhum tipo de golpe. Os grandes estadistas têm coragem. Claro, se ele me ouvisse dizer essas coisas, diria: “Ah, o Mino é um iludido, um anárquico”. Conheço o Lula há 30 anos, sei o que ele pensa. Em inúmeras vezes percebi que ele me achava incômodo. Sou amigo dele e gosto muito dele, o acho um sujeito extremamente dotado, além de tudo tem um QI muito bom. Mas falta peito, falta coragem.
Ler entrevista completa de Mino Carta na Revista do Brasil ...

BELEZA!


CHARGE DO DIA


Milionário Sueco compra terras na Amazônia


Do Terra

O milionário sueco Johan Eliasch, que está sendo investigado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) pela grande quantidade de terras que vem comprando na região amazônica, afirmou em entrevista ao Fantástico que a sua única intenção é preservar a floresta.

"Acho que tudo isso é uma invenção da imprensa brasileira inspirada por razões políticas. Eu gosto do Brasil, acho que é um lugar maravilhoso. Também gosto de árvores e florestas. Estou apenas tentando ajudar a proteger a floresta amazônica", alegou.

A Abin acredita que Eliasch esteja incentivando a compra de terras na Amazônia por estrangeiros, já que ele teria dito em 2006 que a Amazônia poderia ser comprada por US$ 50 milhões, mas ele nega as acusações."O que eu disse foi em uma conferência para empresas de seguros em 2006. Disse que o valor hipotético da Amazônia era pequeno ao que as seguradoras gastaram com o prejuízo do furacão Katrina e que leas deveriam incentivar ações para evitar o desmatamento."

As investigações ainda não são conclusivas, mas um relatório informa que nenhuma terra está registrada em nome de Eliasch. Os negócios do empresário no Brasil seriam feitos por meio de um fundo de investimentos que comprou terras da madeireira Gethal. O sueco seria o principal controlador desse fundo.

O fundo de investimentos é registrado nos Estados Unidos, o que dificulta a investigação da Abin, porque a legislação de lá não permite a divulgação dos nomes dos sócios das empresas.
Eliasch é tambpem um dos fundadores da ONG Cool Earth, que atua na Amazônia, e também é investigada pela Abin.

A agência identificou cinco áreas, num total de 145 mil hectares, que seriam administradas pela ONG. Duas dessas áreas, segundo a investigação, levantam suspeitas

Blog do Prof. Ozamir Lima - Designer: Segundo Freitas