sábado, 4 de abril de 2015
Dificuldade da administração
O governador Robinson Faria revelou estar frustrado com as dificuldades do Governo do Estado e da administração pública. A declaração foi durante em entrevista à Rádio 95 FM. “Eu sou empresário, então sou acostumado com a rapidez da empresa privada. Confesso que estou frustrado com a burocracia e lentidão do Executivo. Os trâmites são lentos, dificultando o nosso trabalho”, disse Robinson Faria
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Banco do Nordeste garante recursos para o Pró-Sertão
Criado com o objetivo de gerar renda para a população, o Programa de Industrialização do Interior (Pró-Sertão) é um dos projetos responsáveis pela expansão da produção de confecções no Rio Grande do Norte nos últimos anos. A meta do programa é que até dezembro de 2020, o Estado tenha cerca de 300 unidades de facção implantadas, com produção diária de 126 mil peças e a geração de mais de 12 mil empregos diretos. Os números consolidam a parceria com o Banco do Nordeste, que já concedeu mais de R$ 2 milhões em financiamentos para pequenas indústrias em várias regiões do Rio Grande do Norte, com destaque para o Seridó.
Segundo o gerente executivo de Desenvolvimento Territorial da Superintendência Estadual do RN, Agnelo Peixoto, atualmente o Banco conta com dezenas de clientes do setor e várias propostas novas estão em análise na rede de agências. “Enquanto banco de fomento, é importante apoiarmos iniciativas como o Pró-Sertão, que contribui para a geração de emprego e renda e melhoria da qualidade de vida das famílias que atuam no ramo de vestuário”, afirma o gestor.

Desde que o programa foi iniciado, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), já foram atendidas 47 facções no RN. Elas geram, em média, 30 empregos diretos. Multiplicando, são mais de 1.400 pessoas trabalhando nesse mercado. Estima-se ainda que cada facção gere até 120 empregos indiretos.
A comercialização dos vestuários produzidos pelas facções é destinada a atender grandes empresas. Atualmente, a média de cada projeto contratado com o Banco do Nordeste gira em torno de R$ 150 mil. Espera-se, até 2018, que esses empreendimentos elevem em 15% o faturamento por ano.
Uma das facções que se destaca no setor está localizada na cidade de Parelhas, a 246 km da capital potiguar. Os contadores Inácio Júnior e Rosineide Oliveira estudaram o mercado e avaliaram os riscos antes de abrir o negócio em sociedade. Instalada há pouco mais de um ano, a Ideal Confecções vem se fortalecendo no setor e fornece camisetas a uma grande empresa do ramo de vestuário. Ele explica que para atender a demanda o Banco foi parceiro do empreendimento. “Contar com esse apoio foi imprescindível pra entrar nos negócios. Vimos boas condições de financiamento entre toda a concorrência e, como temos uma relação muito boa, financiamos 70% na compra dos equipamentos”, fala o empreendedor. A expectativa, segundo Inácio, é se especializar nos próximos dois anos no mercado para dobrar a produção da camisaria e até mesmo abrir espaço para a confecção de calças.
O Pró-Sertão foi criado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e conta com parceria do Banco do Nordeste, Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), Sebrae e dos municípios. A iniciativa aproveita as oportunidades decorrentes do aumento da demanda de grandes redes varejistas e a consequente ampliação mercadológica do setor.
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Semana Santa movimenta R$ 110 milhões no RN com o turismo
Os turistas que viajam nessa Páscoa devem gerar R$ 110,4 milhões à economia do Rio Grande do Norte, movimentando o mercado doméstico de viagens. Esse valor deve ser gasto em 58.792 viagens pelo estado, considerando deslocamentos de avião, ônibus e carro. A projeção foi feita pelo Ministério do Turismo e se baseou em dados como gasto médio e frequência de viagens em feriados nacionais.
O gasto médio pelo país nos quatro dias de folga será de R$ 1.712. Somados todos os estados serão movimentados R$ 3,68 bilhões em cerca de 2 milhões de viagens internas. Os três estados que mais devem arrecadar com o turismo de Páscoa: São Paulo (R$ 570,1 milhões), Rio Grande do Sul (R$ 489,3 milhões) e Bahia (R$ 310,1 milhões). Apenas São Paulo deve registrar 407 mil viagens, seguido pelo Rio de Janeiro (174 mil) e Bahia (163 mil). A movimentação revela o interesse do brasileiro pelo próprio país.

De acordo com o boletim mensal que monitora a intenção de viagem em sete capitais do país, 70,2% dos entrevistados que manifestaram a intenção de viajar pelos próximos seis meses o farão por algum destino turístico nacional. Os feriados impulsionam a economia turística e geram impacto em diversos setores, de acordo com o ministro Vinicius Lages. “O turismo contribui para o faturamento da indústria de automóveis, setor aéreo, bares e restaurantes, hotelaria e serviços”, afirma. Segundo ele, para tornar os destinos mais competitivos é preciso investir em qualidade e inovação. Só assim, diz Lages, gera-se demanda e o setor se torna economicamente mais robusto e sustentável.
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"Precisamos de uma operação de guerra para recuperar o RN"
Com perdas avaliadas em R$ 3,8 bilhões no ano passado, o setor da agropecuária busca de crédito, bem como a execução de projetos estruturantes em recursos hídricos, para assegurar a retomada da atividade em mais um ano de inverno que deverá variar entre normalidade a abaixo da média. O presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Norte, José Alvares Vieira, analisa o quadro como preocupante, mas se diz otimista com a retomada da Bacia Leiteira do Estado. Embora reconheça a importância dos decretos de calamidade da seca, Vieira chama atenção para necessidade de obras estruturantes como o sistema de adutora e transposição das águas do Rio São Francisco. “As ações de mitigação dos efeitos da seca estão sendo feitas em quantidade insuficiente e em velocidade muito inferior ao que o caso exige. É preciso uma operação de guerra”, disse. Em entrevista ele fala sobre situação dos produtores do estado, projetos de renegociação de dívidas, e de projeto que coordena à frente da Comissão Nordeste da CNA, a pedido do Ministério da Agricultura, voltado para a agropecuária nos próximos quatro anos. Eis a entrevista.

O Governo do Estado calcula as perdas da agropecuária, para 2014, em R$ 3,8 bilhões, com queda na produção de 47,7%. Os valores são esses ou a FAERN tem outro levantamento?
O que o governo fez foi contabilizar o último ano e reeditar o decreto da emergência em função da continuidade da seca. São muitos os prejuízos.
Quais os setores do agronegócio tiveram maior impacto?
Todos. A agricultura, a piscicultura, aqüicultura a, apicultura, bovinocultura a ovinocaprinocultura, mesmo em menor proporção devido a uma característica própria do animal, todas somam imensos prejuízos. Nós tivemos uma queda na produção de castanha bastante significativa muito superior a 50%, a de mel também que saíram da pauta de exportações nos últimos anos. Mesmo a fruticultura irrigada teve que reduzir áreas de plantio, por conta da baixa nos reservatórios. A falta de água, atingiu as exportações de frutas, fechou empresas. Em função da perda de rebanho e da questão do volumoso (pasto), o setor da produção leiteira também amarga prejuízos. É uma situação crítica devido a estiagem prolongada e a falta de obras estruturantes em soluções hídricas. A economia rural está em um dos piores momentos da sua história.
E quais as projeções para 2015?
Esperamos que seja um ano de retomadas. Esperamos um ano de bom inverno. Mas ainda é cedo para avaliarmos, para fazer um diagnóstico.
Mas a meteorologia aponta para um ano de inverno normal a abaixo da média...
Mesmo com a previsão, somos otimistas. Sabemos que o cenário é muito preocupante. Ao longo dos anos, os governos não preparam os projetos estruturantes em irrigação para os rebanhos, de assistência técnica continuada, que hoje é praticamente inexistente. Outro ponto é a licenciamento ambiental, cada vez mais difícil, que acaba inviabilizando a atividade.
Com base em que a retomada?
Nos programas que estamos implementando, sobretudo esperamos uma retomada na pecuária.
Há três anos já noticiávamos que quase 50% do rebanho tinha sido dizimado, qual a situação hoje?
Hoje é de retomada da atividade. Estamos com um projeto para os próximos 30 dias de recuperação da bacia leiteira, o Senar conseguiu recursos de emendas parlamentares para um programa de assistência técnica, acompanhamento. E iniciamos também um programa em parceria Sebrae/Senar, o sertão empreendedor, que vai levar assistência técnica pelo período de 4 anos, a 570 produtores rurais para que possam ter condições de melhorar o rebanho, a genética, o sistema de irrigação, a produção, permanecer na atividade e ganhar dinheiro com a bovinocultura leiteira. Esse projeto terá a parceria também do Banco do Nordeste, para agilizar, desburocratizar a análise dos projetos apresentados.
Nesse contexto, o governo do Estado está reformulando o Programa do Leite. Como o senhor avalia as mudanças já anunciadas?
A Faern entende que se o Governo acredita que partilhando a responsabilidade da gestão do programa, busca melhorar a qualidade do leite e do controle do programa, nós só temos que aplaudir. Agora, a nossa preocupação enquanto representantes dos produtores de leite do Estado, é que estes produtores recebam em dia, a um preço justo para que possa se manter na atividade de forma sustentável.
E o valor praticado hoje não é o justo, ocorre ainda atrasos nos repasses do programa?
Nós gostaríamos que o valor fosse um pouco melhor. O ideal seria R$ 1,30 em vez de R$ 1,15 pagos hoje, mas nós entendemos que o Estado passa, hoje, por uma situação financeira muito delicada. Acredito que em a economia do Estado melhorando, possamos pedir a revisão desse valor para que seja compatível ao custo de produção, Tivemos aí aumento de combustível, de salário mínimo, de energia elétrica, insumos, fertilizantes, do custo de produção como um todo. Os atrasos não ocorrem na freqüência do governo passado, mas o que queremos é que se compre o que pode se pagar e no preço justo.
O senhor citou que faltam projetos estruturantes e há prorrogação de decretos de emergência. Na última semana, o Governo reeditou o decreto de calamidade pública em 153 municípios do Estado. Como o senhor avalia, na prática, a afetividade dessas ações?
As ações de mitigação dos efeitos da seca estão sendo feitas em quantidade insuficiente e em velocidade muito inferior ao que o caso exige. Ou seja, perfuração e instalação de poços é preciso uma operação de guerra para que o morador o produtor rural não abandone o local, porque falta água para o consumo, imagina para o animal. Essas são ações emergenciais. Os decretos de emergência são para que operações de carros-pipas, feito pelo Exército, continuem a dar garantias a essas comunidades. É importante para a população. É importante também para a cadeia produtiva ter projetos simplificados. Já os programas de adutoras, Barragem de Oiticica, projetos de irrigação, esses precisam ter um tratamento especial para que a economia rural volte a crescer. Há projetos como a segunda etapa do Baixo Açu, de irrigação do Mendubim (Parau), da Chapada do Apodi que precisam ser aproveitados e que aconteça. A transposição das águas do São Francisco, esse é urgente que o Governo do Estado junto ao Governo Federal exija a licitação do eixo que entra para a Bacia do Apodi. O atual está preocupado em promover essas ações. São ações que precisamos para garantir segurança hídrica para abastecimento urbano e para produção de alimentos.
Em consequência da estiagem, muitos produtores reclamam de alto endividamento... Como está a situação no Estado?
Os produtores continuam com uma situação complicada. Não teria como te passar a soma das dívidas, porque se referem a diversas resoluções, operações de créditos. Tivemos semana passada, enquanto presidente da Comissão Nordeste da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), uma reunião com a superintendência do Banco do Nordeste, em Fortaleza, para tratar desse tema. E já conseguimos o apoio em três demandas que apresentaremos nos próximos 15 dias ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Uma trata de modificar as condições de negociações de dívidas de crédito rural para pequenos produtores que estão no Semiárido, em área da Sudene, com a continuidade da seca, com condições iguais aos produtores do Pronaf. Também prorrogar a renegociação das dívidas, devido a situação de decreto de calamidade da seca renovada nesses municípios, por mais um ano. E que os recursos da linha de crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), o FNE Verde, possam ser usados para a modernização de projetos de eficiência energética e reaproveitamento de água. E projetos de irrigação. E estamos formatando outros projetos em outras áreas para levar ao ministério. O Governo precisa ter bem claro que para se retomar o crescimento econômico rural é preciso retomar a capacidade de endividamento.
Projetos para o Ministério da Fazenda?
Não. Para o Ministério da Agricultura. A ministra Kátia Abreu nos pediu um projeto para o Nordeste, para que quando ao fim de sua gestão, ela deixasse algo concreto que beneficiasse os produtores agropecuários e que estamos trabalhando para apresentar em breve.
Em que consiste esse projeto?
Foram definidas cinco cadeias produtivas: a fruticultura, a bovinocultura, a aquicultura, a ovinocaprinocultura, a apicultura, devido a vocação da região, com cadeias já existentes em todas, mas respeitando a particularidade e os interesses de cada Estado nordestino. A principal diferença entre os muitos projetos que já foram feitos é que este tem foco no produtor, em ter continuidade das ações, em fazer a cadeia produtiva e retomada da economia rural.
O que está definido para o RN e o que é necessário para isso?
Nós iremos sugerir ao Governo que trabalhe as cinco, porque temos potencial em todas as áreas e são importantes para a economia rural. Eliminar os gargalos, todas essas atividades tem em comum, ter atrelado a desburocratização da licença ambiental, trabalhar a irrigação, a assistência técnica continuada, as dívidas serem negociadas considerando o longo período de estiagem, porque é preciso levar em consideração que houve perdas mas ele precisar ter capacidade de endividamento, além disso ter o acesso adequado ao crédito.
Acesso adequado ao crédito, em um momento de que se vê ajustes, restrição, disparadas de juros, seria o que?
Mas o FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste) ele é autoalimentado, ou seja, ele independe que o Governo federal faça aporte de recursos, então, e o Nordeste precisa ter um tratamento diferenciado para o nosso produtor ruarl, em relação ao produtor rural do Sul e Sudeste, por termos situações diferenciadas das de lá, seja de índice pluviométrico baixo, estar no Semiárido. Precisamos ter acesso diferenciado.
Postado por Ozamir Lima às 16:57 0 comentários
Prefeitura de Pau dos Ferros abre concurso público para mais de 200 vagas
- Nível Fundamental: Auxiliar de Serviços Gerais (5); Coveiro (1); Jardineiro (3); Lombador/ Carregador de Carnes (2); Merendeira (6); Operador de Máquinas Pesadas (4); Tratorista (3); e Vigia (6).
- Nível Médio/ Técnico: Assistente Administrativo (5); Agente Comunitário de Saúde (6); Agente de Endemias (18); Agente de Gestão de Resíduos Sólidos (6); Técnico em Farmácia (5); Auxiliar de Consultório Odontológico (6); Técnico de Laboratório de Análise Clínica (3); Auxiliar de Secretaria da Procuradoria (1); Fiscal de Obras (2); Fiscal de Meio Ambiente (2); Fiscal de Serviços Urbanos (2); Agente Municipal de Trânsito (3); Motorista Categoria AB (4); Motorista Categoria D (3); Monitor de Recreação (3); Técnicos em Enfermagem/ PSF (9); Enfermagem/ CAPS (1); e Informática (3).
- Nível Superior: Arquivista (1); Arquiteto (1); Assistente Social (3); Auditor de Controle Interno (1); Bibliotecário (1); Biólogo (1); Contador (1); Economista (1); Educador Físico/ NASF (1); Educador Físico/ CAPS (1); Enfermeiro (1); Enfermeiro/ CAPS (1); Engenheiro Ambiental (1); Engenheiro Civil (1); Farmacêutico Bioquímico/ Farmacêutico (2); Farmacêutico Bioquímico/ Bioquímico (1); Fiscal de Tributos (2); Fisioterapeuta/ NASF (2); Fisioterapeuta (1); Geógrafo (1); Médico/ PSF (11); Médico Psiquiatra (1); Nutricionista/ Secretaria de Educação (1); Nutricionista/ NASF (1); Odontólogo (5); Área 1/ Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental (32); Professor Área 2/ Anos Finais do Ensino Fundamental nas disciplinas de Educação Física (4); História (1); Arte (2); Matemática (1); Libras (1); Geografia (1); Ciências (1); Área 3/ Suporte Pedagógico à Docência/ Supervisor Pedagógico (4); Psicólogo (2); Terapeuta Ocupacional/ NASF (1); e CAPS (1); Turismólogo (1); Procurador Municipal (2); e Médico-veterinário (1).
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Jânio de Freitas: Gilmar profana a Constituição porque não quer que a decisão do STF prevaleça
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sábado, 7 de março de 2015
Randolfe Rodrigues: Impeachment de Dilma, a essa altura, é inaceitável; Brasil precisa de reforma política sem Renan e Cunha

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Cientista Miguel Nicolelis avança em tratamento para o mal de Parkinson
As pesquisas foram realizadas no Centro de Primatas do Instituto Internacional de Neurociência de Natal Edmond e Lily Safra (IINNELS)
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Nossa bela língua portuguesa brasileira
Eles não leem gramática
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sexta-feira, 6 de março de 2015
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
SONETO DE CARNAVAL
O amor como um patético tormento
Pensar nele é morrer de desventura
Não pensar é matar meu pensamento.
Seu mais doce desejo se amargura
Todo o instante perdido é um sofrimento
Cada beijo lembrado uma tortura
Um ciúme do próprio ciumento.
E vivemos partindo, ela de mim
E eu dela, enquanto breves vão-se os anos
Para a grande partida que há no fim
De toda a vida e todo o amor humanos:
Mas tranquila ela sabe, e eu sei tranquilo
Que se um fica o outro parte a redimi-lo.
Postado por Ozamir Lima às 16:40 0 comentários
ESTÁ NO DNA
Postado por Ozamir Lima às 16:17 0 comentários
Tirar Dilma e Lula do jogo: o PSDB só pensa nisso
Postado por Ozamir Lima às 16:08 0 comentários



